Guardiola é tudo isso?

Messi seria o mesmo fora do Barcelona? Neymar seria o mesmo jogando na Europa? E Pelé, teria escrito a história que escreveu jogando por outro clube? Essa é uma pergunta que já nos fizemos milhões de vezes e a resposta sempre é dada na base do achismo.

Esses dias, pensando nessa temática e lendo rumores sobre a transferência milionária que envolveria a saída do técnico Pep Guardiola dessa máquina mágina que hoje é o Barcelona, me perguntei, mais uma vez: será que ele seria o mesmo vencedor em outro clube?

Em uma rápida análise eu cravei que não.
Ele só conseguiria o mesmo padrão de jogo com atletas formados nesse padrão de jogo definido. Dificilmente conseguiria fazer 11 jogadores, formados no futebol fora desse estilo, aprender a jogar assim.

Além disso, não acredito que Pep tenha experiência suficiente como técnico, para assumir um Arsenal, cheio de problemas, e fazer o time vencedor. E o Chelsea? Cheio de figurões que se acham auto-suficientes? Não. Tirar a Inter de Milão do buraco com um time envelhecido? Não.

Hoje, ele é um técnico perfeito, para o Barcelona e para a seleção espanhola. Só!

E pra não deixar as perguntas lá de cima sem minhas respostas, lá vão:
Messi não seria o mesmo fora do Barcelona, onde ele é a cereja de um bolo sensacional.
Neymar, na minha visão, será o mesmo na Europa. Sem dúvidas.
E sobre Pelé, a resposta é fácil. Ele seria o mesmo até jogando pelo Ibis.

É isso aí!

Abs!

Falência esportiva da Nossa Seleção?

Será que estou sendo crítico demais? Ou então procurando pelo em ovo? Quem sabe estou apenas não querendo acreditar que Nossa Seleção precisa de uma chacoalhada impactante?

Andei lendo nos blogs e em alguns jornais que uma saída para a Nossa Seleção seria a vinda de um técnico estrangeiro. Mais especificamente Pepe Guardiola. Será?

Esse raciocínio surgiu baseado na experiência vivida no basquetebol nacional. A vinda do técnico Magnano – argentino campeão olímpico pelo selecionado hermanno – realmente mudou muita coisa no esporte da bola laranja. Porém, não acredito que a situação da Nossa Seleção esteja nesse ponto: beirando a falência esportiva.

Acho que ainda temos bons técnicos brasileiros e, principalmente, éticos. Mas são justamente esses que a cúpula da CBF não gosta. Felipão, Muricy e Papai Joel jamais aceitariam os mandos e desmandos da Nike e do mafioso Ricardo Teixeira, como aconteceu com Parreira e, nesse momento, acontece com Mano Menezes.

E mesmo se acreditasse que a saída seria um técnico estrangeiro, com esse comando empresarial, nada vai dar certo. Podem apostar!

No próximo post falarei da supervalorização de Pepe Guardiola.

É isso aí!

Abs!

E a Nossa Seleção…

Tem jeito? Está difícil de acreditar.

Depois de 2 anos de trabalho, o técnico Mano Menezes não conseguiu definir nem 8 titulares, nem um esquema de jogo eficiente e seguro.

Na minha opinião, o técnico não tem currículo e muito menos experiência para comandar o time mais temido do mundo. A única virtude exposta até agora é ter o mediakit exigido pela CBF na ponta da língua. Faz uma coletiva como a confederação gosta: com elegância e sem causar atrito com os meios de comunicação.

Temos que mudar esse comando, urgente!

Pra mim, qualquer técnico de time grande da séria A do Brasileirão tem mais punch para assumir nosso selecionado: Felipão, Tite, Muricy, Abelão, Papai Joel, Luxemburgo…

Vamos acordar, CBF, vamos acordar.

É isso aí!

Abs!

Seleção de nomes, por Vinícius e Oswaldo Mariano.

Para tirar a poeira desse velho blog, resolvi mudar o layout e iniciar essa nova fase com um ótimo texto, feito por uma dupla que entende tudo de bola.

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Seleção de nomes, por Vinícius e Oswaldo Mariano.

Há seleções históricas, aquelas que marcaram época ou que revolucionaram o esporte. Há seleções do mundo e seleção da Copa. Tem também seleções de um determinado ano e até seleções formadas por amigos de um craque. Grandes ídolos também costumam escalar sua seleção dos sonhos – e nessas, já estamos acostumados, sempre estão Pelé, Maradona e outras lendas. Acontece que em meio a tantas estrelas, sempre nos esquecemos daqueles cujo destino foi traçado em uma ou duas palavras logo na maternidade. Daqueles que tiveram seu talento registrado no cartório. Daqueles que, quando nasceram, não ganharam uma certidão, mas sim, uma camisa com um nome nas costas.

Escalemos então a Seleção dos Grandes Nomes.

Dizem que um bom goleiro precisa, além de habilidade e destreza, de sorte. Por isso na Seleção de Nomes, a camisa 1 ficou com Milagres, do América Mineiro, deixando Márcio Defende, do Vasco, no banco de reservas.

Com três zagueiros, a seleção equilibra força e mente: Márcio Paulada, do Atlético Mineiro, e Sapatão, do Flamengo, são a força; Odivã é a mente equilibrada.

Adaptados nas alas, Edu Bala, do Palmeiras, é a velocidade pelo lado direito e Gilson Gênio, a inteligência pelo esquerdo. Capitão, da Lusa, usa a faixa e protege o meio, deixando o cérebro do time para Sócrates e o suingue do meio campo para, bem, pro Swing, também do Corinthians.

O ataque tem a explosão do Dinamite, do Vasco, e a malandragem do gremista André Catimba.

O técnico Neném Prancha, do São Cristóvão, tem ao lado de sua prancheta os reservas: Aladin, do Corinthians, que pode mudar o jogo a qualquer momento de acordo com o desejo do técnico; Roberto Cavalo, do Vitória, para os jogos mais pegados; Toninho Guerreiro, do São Paulo, para lutar até o fim; e o terceiro goleiro Mão de Onça, ágil como um felino.

Está aí a Seleção dos Grandes Nomes. A maioria pode não ser um fenômeno, é claro. Mas são jogadores pré-destinados, que não negaram a missão que lhes foi dada na carteira de identidade.

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É isso aí!

Abs!

Algo precisa ser mudado na NOSSA Seleção

Nossa Seleção atacou, atacou, atacou e, em nenhum momento, sofreu pressão do Paraguai. Mas, perdemos. E foi nos pênaltis. Pode acreditar, erramos TODAS as cobranças. Isso mesmo, TODAS AS COBRANÇAS.

Eu entendo e vi que o gramado, em três das quatro cobranças, prejudicou e muito nosso “cobradores”.
Mas isso não deixa de tornar a situação patética.

Como uma seleção brasileira que tem Robinho, Pato, Fred, Neymar e um maestro chamado Ganso, pode ter 12 chances claras de gol durante toda a partida e não conseguir colocar uma bola pra dentro? Como?

Algo precisa mudar, certo? Certo.

E a pergunta é: O que precisa mudar? O técnico? A comissão? Os jogadores? Não.

O que precisa mudar ficou claro na colocação do Casagrande na transmissão da Globo:
“Os jogadores têm que entender que a bola, aquela ali que eles não conseguiram colocar pra dentro, é quem paga, quem sustenta e quem eleva eles todos ao status de ídolos.”

É isso! Como disse o capitão Lúcio, parafraseando o filme Gol:
“O escudo que está no peito, significa muito mais que o nome que está estampado atrás.”

Por mais que haja uma corja de maus-carateres na CBF e que isso gere raiva e desgosto em muitos brasileiros, aquilo ali em campo é BRASIL, é a NOSSA SELEÇÃO, é o MELHOR FUTEBOL DO MUNDO, é o time 5 VEZES CAMPEÃO DAS COPAS.

Os jogadores precisam entender que representam uma nação e que têm sim que dar sangue no gramado, se for preciso.
Que aquele escudo e aquela bandeira, no futebol, estão acima de qualquer contrato de marketing ou clube europeu na carreira de um jogador.

Devemos nós, como torcedores e eles, como atletas, respeitar o escudo que nos colocou como os maiores do futebol mundial.
Eliminar as vaidades, sumir com a soberba e lutar por um bem comum: a felicidade geral da nação.

É isso aí!

Abs!

A maldição da camisa 10 catalã

Esses dias estive pensando, revendo jogos, analisando jogadas e cheguei a uma conclusão que, a princípio, pode parecer loucura, mas que pode ser real.

Barcelona: Maldição aos camisas 10.

Se formos traçar um paralelo entre Ronaldinho Gaúcho e Messi, na história do Barça, muito pontos vão se encontrar e nos mostrar que a carreira de ambos com a camisa profissional do clube é parecida. Talvez um título ali outro lá façam diferença, mas em importância como indivíduo jogador de futebol, são bem parecidas.

Começamos pelo fato de Messi ter sido reserva imediato do dentuço brasileiro. Depois que ambos eram/são a cereja ultradoce de uma constelação de craques. Nos números marketeiros, os dois geraram/geram receitas astronómicas para os cofres do clube. E por fim, os dois craques vestiram/vestem a camisa 10.

Ronaldinho Gaúcho, como bom sambista que é, fez chover em quase todos os jogos com a camisa do Barcelona. Chegou ao extremo de ser aplaudido de pé, em pleno Santiago Bernabeu, casa do rival Real Madrid, em uma goleada em cima do time da casa. Levou pra casa duas estatuetas de melhor do mundo pelas suas atuações com a camisa catalã.

Messi, herdou a 10 do craque brasileiro e seguiu os mesmo passos. Campeão da Liga, campeão espanhol, artilheiro do campeonato, gerador de fortuna marketeira e duas estatuetas de melhor do mundo.

Até aí, tudo bem. Alias, tudo ótimo.

Mas já ia me esquecendo de relacionar tudo isso com a tal maldição: a participação pífia dos dois com a camisa de suas nações de nascimento. Acumularam vaias, aparições apáticas, críticas e desconfiança da torcida.

Pra não ser tão crítico, admito que Ronaldinho teve uma grande estreia com a camisa amarelinha, contra a Venezuela e foi uma peça útil na conquista do pentacampeonato em 2002, fazendo um grande jogo contra a Inglaterra; já Messi jogou partidas boas na última Copa do Mundo, em 2010, na África. Mas nada perto da expectativa que se formou em torno de ambos.

E vale lembrar que Rivaldo, quando camisa 10 do Barcelona e melhor do mundo na eleição da Fifa, por MUITAS vezes foi criticado pela imprensa e pela torcida brasileira pela falta de empenho com a camisa amarelinha.

A maldição existe ou não? Eis a pergunta que precisa de uma resposta…

É isso aí!

Abs!

O que seria do esquadrão sem o paredão Fábio?

Ainda sobre o momento espetacular do Cruzeiro, quero falar rapidamente sobre, talvez, o maior personagem desse esquadrão comandado por Cuca, Montillo e Roger: o goleiro e capitão Fábio.

Não é de hoje que o goleiro dos Azuis tem tido atuações primorosas. Faz tempo que Fábio está integrando o primeiro escalão de goleiros brasileiros, quiçá mundiais.

Firme, veloz, inteligente e, o mais importante, líder. Fábio, sem dúvida, merece uma vaga no trio de goleiros da nossa Seleção. Talvez os 31 anos que carrega nas costas podem lhe prejudicar nesse momento. Mas, que ele merece, faz muito tempo, vestir a amarelinha, não tenho dúvidas.

É isso aí!

Abs!

O esquadrão Celeste

Sou e sempre serei um apaixonado pelo futebol arte. Isso não é novidade pra ninguém e nem uma exclusividade minha. Quem gosta de futebol, de lindas jogadas, esquemas táticos inteligentes e gols, muitos gols, deve pensar da mesma maneira.

O Barcelona é, sem dúvida, o time que faz melhor esse papel no futebol atual. O esquema montado por Guardiola privilegia toda essa magia que o futebol precisa para ser cada dia mais interessante e apaixonante.

No Brasil, temos um time que vem jogando e encantando como o time catalão. Em menos escala de exposição, claro, mas está jogando o “fino da bola”: Cruzeiro Esporte Clube.

O técnico Cuca conseguiu dar um padrão de jogo impressionante. Tem usado o argentino Montillo como um maestro, lembrando muito os clássicos “camisa 10” da história do futebol.

Além do argentino, Roger e Gilberto têm tido atuações que há tempos não víamos. Fora a descoberta de um artilheiro nato:  Wallyson. Esse menino pode não se tornar um grande craque mas, com certeza, pelo que vem mostrando, será mais um grande artilheiro brasileiro. Resumindo, ele tem me impressionado, e muito.

Claro que não quero comparar os times de Cruzeiro e Barcelona em valores individuais, mesmo porque os investimentos são absurdamente diferentes, mas taticamente eles me dão gosto de ver.

Vale fazer uma lembrança ao time que Paulo Roberto Falcão está montando no Internacional de Porto Alegre e ao equilibrado novo Santos de Muricy.

Estão começando a mostrar que aí vem dois times que jogam pra frente, bonito e com responsabilidade e inteligência de defensiva.

É isso aí!

Abs!

O tão charmoso Paulistão

Estão aí as tão esperadas finais do Campeonato Paulista, o charmoso e histórico Paulistão.

Nada diferente do que a maioria dos torcedores esperava. Os quatro grandes clubes do estado disputando as duas vagas na grande final do torneio.

Estou na expectativa de dois grandes jogos.
Temos quatro times com características completamente diferentes, que podem proporcionar duelos históricos.
Que saudade dos jogos históricos!

Mesmo gostando do Paulistão, concordo com a maioria dos críticos que não acham boa a forma de disputa atual. Realmente é um campeonato muito longo, sendo que na maioria das vezes os finalistas são sempre os mesmos.

Eu gostaria de ver a Séria A paulista bem mais enxuta ou pelo menos com uma forma de disputa diferente.

12 times na primeira divisão é uma possível solução.
Quem sabe fazer um pré-Paulistão apenas com os times que ficaram entre a quinta e a décima segunda colocação no ano anterior.
O Paulistão teria apenas os 4 primeiros colocados no ano anterior e mais os 4 primeiros colocados no pré-Paulistão do ano atual.
Ter um torneio mata-mata seria uma solução rápida e com a possibilidade de grandes duelos.

Se parar pra pensar, conseguimos achar 10 formas de disputas melhores que a atual. Mas me parece que essa mudança está longe de acontecer.

No momento, o que importa são os duelos entre Palmeiras x Corinthians e São Paulo x Santos.

Para não ficar em cima do muro, lá vão meus palpites:

Palmeiras 2 x 2 Corinthians
Decisão nos penaltis em tarde espectacular de Deola (seguindo a escola palmeirense de goleiros).

São Paulo 2 x 3 Santos
Neymar travando um duelo sensacional com Rogério Ceni.

É isso aí!

Abs!

A casa do Timão?

Não sou corinthiano, mas respeito a torcida do Parque São Jorge pela representatividade que ela tem em relação a história do clube. Por achar que a torcida sempre merece o melhor do clube e do time, tenho ficado muito incomodado em ler notícias sobre o novo estádio do Corinthians.

Essa é uma história que se arrasta por anos e anos. E que cada vez que se fala nisso, as esperanças da torcida se renovam em relação a essa novela chamada Estádio. E me parece que entra diretoria, sai diretoria e a coisa continua na mesma.

- Vamos jogar essas noticia na mídia, a nossa torcida compra a ideia e continuam apoiando.
- É isso mesmo. A melhor saída. E deixamos o problema para o próximo presidente.

Me parece muito descaso e falta de respeito com uma torcida que vai com o time, seja ele ruim ou bom, pra onde tiver que ir.

Se alguém quiser solucionar essa ilusão, o mais viável, na minha opinião, é o Timão adquirir os direitos de uso, administração e manutenção do Pacaembu.

• O estádio público é a “casa” do Cortinthians;
• A torcida está super acostumada em ver o time jogar no estádio;
• A localização é ótima;
• O patrimônio não dá lucros para a prefeitura de São Paulo.

Conclusão: o Corinthians assumindo o estádio, teria a sua casa de fato e ainda deixaria os cofres públicos com mais respiro para investir em outras praças esportivas pela cidade.

Claro que esse tipo de medida pode gerar reclamações dos outros clubes da cidade, mas se todas as partes provarem que a melhor saída para o Pacaembu e para a cidade de São Paulo é ceder o estádio, fica fácil de convencer o cidadão.

É isso aí!

Abs!