Nossa Seleção atacou, atacou, atacou e, em nenhum momento, sofreu pressão do Paraguai. Mas, perdemos. E foi nos pênaltis. Pode acreditar, erramos TODAS as cobranças. Isso mesmo, TODAS AS COBRANÇAS.
Eu entendo e vi que o gramado, em três das quatro cobranças, prejudicou e muito nosso “cobradores”.
Mas isso não deixa de tornar a situação patética.
Como uma seleção brasileira que tem Robinho, Pato, Fred, Neymar e um maestro chamado Ganso, pode ter 12 chances claras de gol durante toda a partida e não conseguir colocar uma bola pra dentro? Como?
Algo precisa mudar, certo? Certo.
E a pergunta é: O que precisa mudar? O técnico? A comissão? Os jogadores? Não.
O que precisa mudar ficou claro na colocação do Casagrande na transmissão da Globo:
“Os jogadores têm que entender que a bola, aquela ali que eles não conseguiram colocar pra dentro, é quem paga, quem sustenta e quem eleva eles todos ao status de ídolos.”
É isso! Como disse o capitão Lúcio, parafraseando o filme Gol:
“O escudo que está no peito, significa muito mais que o nome que está estampado atrás.”
Por mais que haja uma corja de maus-carateres na CBF e que isso gere raiva e desgosto em muitos brasileiros, aquilo ali em campo é BRASIL, é a NOSSA SELEÇÃO, é o MELHOR FUTEBOL DO MUNDO, é o time 5 VEZES CAMPEÃO DAS COPAS.
Os jogadores precisam entender que representam uma nação e que têm sim que dar sangue no gramado, se for preciso.
Que aquele escudo e aquela bandeira, no futebol, estão acima de qualquer contrato de marketing ou clube europeu na carreira de um jogador.
Devemos nós, como torcedores e eles, como atletas, respeitar o escudo que nos colocou como os maiores do futebol mundial.
Eliminar as vaidades, sumir com a soberba e lutar por um bem comum: a felicidade geral da nação.
É isso aí!
Abs!